HOME Notícias
Recursos naturais: a urgência da preservação

Seja em uma caminhada pelo Parque do Cocó, em Fortaleza, seja percorrendo uma trilha em Ubajara, no Ceará, temos a compreensão da grandiosidade da natureza em nossas vidas. No entanto, a manutenção do equilíbrio ecológico aqui e no restante do mundo e a sobrevivência das próximas gerações dependem do uso sustentável dos recursos naturais. 

A utilização excessiva ou irresponsável de água, solo, ar, florestas e minerais pode levar ao esgotamento desses fatores essenciais para a vida humana. A sustentabilidade promove um uso equilibrado, que atende as necessidades atuais sem comprometer a capacidade das próximas gerações de suprirem as suas próprias demandas.

Um dos principais desafios enfrentados atualmente é o consumo desenfreado dos recursos, impulsionado pelo crescimento populacional e pelos padrões de produção e consumo. O modelo econômico baseado na exploração intensa da natureza tem causado impactos ambientais como o desmatamento, a poluição dos rios e oceanos, o aquecimento global e a perda da biodiversidade. 

Para reverter esse quadro, é necessário repensar hábitos, investir em tecnologias limpas e adotar práticas sustentáveis em todos os setores da sociedade, incluindo órgãos públicos. 

O projeto de indicação 203/25, da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, por exemplo, trata de normas para a criação, o funcionamento e o controle de órgãos e autarquias ambientais municipais que atuem em áreas de proteção ambiental sob gestão estadual.

Natureza é vida

A agricultura sustentável, por exemplo, é outra alternativa que alia produção de alimentos com a conservação dos recursos naturais. Técnicas como o uso racional da água, a rotação de culturas, o manejo ecológico do solo e o controle biológico de pragas levam à preservação do meio ambiente e a garantir a produtividade a longo prazo. 

O incentivo à agroecologia e ao consumo de produtos locais e orgânicos também contribui para a redução dos impactos ambientais.

Nas cidades, o uso consciente da água e da energia, a coleta seletiva de resíduos e o incentivo ao transporte coletivo e à mobilidade ativa são práticas que reduzem a pressão sobre os recursos naturais. A educação ambiental, por sua vez, desempenha um papel crucial, formando cidadãos mais conscientes e engajados na construção de uma sociedade sustentável.

Paralelamente, o setor privado precisa investir em práticas produtivas menos poluentes e mais eficientes, enquanto os consumidores devem optar por produtos sustentáveis e apoiar iniciativas que valorizem o meio ambiente, efetivando um modelo mais equilibrado, justo e duradouro.

PUBLICIDADE