Cheia de gingado, com uma voz peculiar e uma forte presença de palco. Assim é Leilah Moreno, atriz e cantora que concedeu uma entrevista exclusiva à Coluna Frisson. Confira a seguir, durante um bate papo super descontraído, um pouco mais sobre a carreira desta artista que impressiona a todos pela sua versatilidade profissional.
Como surgiu o interesse pela carreira artística?
Desde que nasci, vejo minha família em cima do palco e foi onde cresci. Se existe um lugar no qual me sinto à vontade, é ali. Minha mãe é cantora lírica e desde sempre apresentou peças, além de ser crooner da Banda da família, onde também cantei. Crescendo neste meio, senti desde pequena que queria trabalhar com artes.
De que forma a infância já dava indícios de que você trabalharia com arte?
Comecei aos 4 anos fazendo dublagens de Michael Jackson em festas da minha cidade. Aos 8, era vocalista da banda da família e aos 12 apresentava com minha banda solo. Porém só fui me envolver com atuação aos 13 anos, quando estudei teatro na Fundação Cassiano Ricardo por 4 anos, seguido de cursos de interpretação cinematográfica e preparação de elenco com o renomado Sergio Penna: Bicho de 7 cabeças, Carandiru, Antônia, Contra todos, Brother, entre outros. Logo em seguida, aperfeiçoei interpretação para TV e teatro na Escola Wolf Maia e daí por diante não parei mais de inventar coisas.
Como foi o início de sua carreira musical?
Não foi fácil e eu nem queria que fosse! Prefiro assim, pois dou total e real valor a cada conquista. Tive que sair de São José dos Campos ainda nova para estudar, expandir ao máximo toda minha vontade de me expressar artisticamente e atingir o maior número possível de público. Só assim para realizar o meu sonho!
Quais as dificuldades mais importantes que foram superadas?
Chegar em uma cidade desconhecida, ainda muito nova, lidar com a competitividade do mercado, encarar os não’s de frente. As dificuldades aparecem em todos os momentos, no início, durante... Sempre! Porém elas mudam na intensidade ou no desafio. Mas trabalhar ou fazer o que gosto para mim é sinal de superação e um privilégio. Sem dúvida, valeu muito à pena tudo que fiz para chegar até aqui.
O que culminou para você sair do Altas Horas e se dedicar à carreira de atriz?
Quando passei no teste para viver “Grace Kelly” em “Aquele Beijo”, não conseguiria me dedicar aos dois, devido ao ritmo frenético que acontecem as gravações de uma novela. Outro fator foi a localidade, já que a novela era gravada no Rio e o Altas Horas em São Paulo. Não tinha como conciliar os dois!
Quem te inspira como profissionais da sua área?
Michael Jackson e Tina Turner foram minhas principais referências de palco. Mas meu maior incentivo foi materno. Mamis sem dúvida lidera a lista de ídolos.
Quais seus projetos atualmente?
Por enquanto, tenho rodado o Brasil com os shows da minha nova Tour Neon 3D. Surgiram também outras propostas para novelas e musicais, mas tudo vai depender do que vai acontecer daqui para frente!
Como espera que esteja sua carreira daqui a 10 anos?
Não costumo fazer planos, então não sei exatamente o que me espera daqui 10 anos... Só sei que vou continuar trabalhando e muito. Se Deus quiser.
Por fim, um recado ao público cearense!
Para um povo feliz como este cearense, apenas posso desejar que continuem sendo assim, felizes, verdadeiros e especiais. Obrigada pelo carinho e por existirem. Amamos tudo que venha dessa terra linda!
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