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José Nunes de Almeida Neto é pura energia, com quatro décadas dedicadas ao setor

Entrevista completa com declarações reveladoras estarão disponíveis na próxima edição da revista Frisson na edição impressa


Foto: Lino Vieira

 

ENERGIA PARA CRESCER

 

A trajetória profissional de José Nunes de Almeida Neto se confunde com a própria história do setor elétrico cearense. Engenheiro eletricista, ele iniciou sua carreira na Universidade Federal do Ceará, onde atuou como professor, antes de ingressar, em agosto de 1979, na então Coelce. “A minha trajetória profissional é quase só Enel”, resume o atual presidente da Enel Ceará, cargo que ocupa há cerca de um ano e meio.

 

Ao longo de mais de 40 anos, José Nunes acompanhou profundas transformações na companhia, desde o período em que a empresa era estatal até a privatização e a chegada de grupos internacionais. “A Coelce passou por uma transformação com a privatização e por três grandes grupos: primeiro um grupo chileno, depois um grupo espanhol e, agora, um grupo italiano, que é um dos maiores grupos de energia no mundo”, relembra.

 

Segundo ele, a diretriz adotada desde então é a de uma empresa aberta ao diálogo. “A gente procura colocar como premissa no dia a dia ser uma empresa aberta, que gosta de trazer os problemas para a mesa”, explica. Com atuação nos 184 municípios cearenses, a Enel enfrenta demandas constantes.

 

Sempre temos grandes desafios, mas temos a iniciativa de buscar os gestores para enfrentar os problemas conjuntamente.

 

Olhando para o futuro, José Nunes avalia que o setor de energia vive um momento de profunda transformação. “Hoje você tem uma diferença enorme em relação a três ou quatro anos atrás”, observa, citando o aumento das demandas por novas conexões e o crescimento da geração distribuída. Esse novo cenário altera, inclusive, o papel do consumidor. “Em determinado momento ele atua como cliente e, em outro, como fornecedor, invertendo energia na rede”, explica.


Ao falar com os jovens que desejam ingressar no setor de energia, especialmente no contexto da transição energética, o presidente é direto. “O Ceará tem no seu DNA as ciências exatas”, afirma, destacando a força do Estado na formação técnica. Ele também chama atenção para a velocidade das transformações tecnológicas. “A inteligência artificial não está mais batendo na porta, já entrou na nossa casa”, diz, defendendo que os jovens aproveitem o privilégio de estudar em instituições com tecnologia avançada.

 

Frisson edição impressa

 

José Nunes revelou muito mais e trouxe outras tantas informações importantes e desafiadoras para o setor energético. A reportagem completa estará disponível na próxima edição impressa de Frisson.

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