O Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura foi palco da abertura do DFB Festival 2026 nesta terça-feira (9), reunindo moda autoral, música, economia criativa e a valorização de novos talentos em uma programação que integrou diferentes espaços do complexo cultural. O festival deu início a uma intensa agenda que segue até sexta-feira (12), consolidando a cidade como a capital da moda autoral brasileira.
Em seu discurso de abertura, o diretor do DFB, Cláudio Silveira, reforçou a relevância da moda autoral. “É para isso que existe e resiste o DFB Festival. Para a gente continuar gritando com respeito e lutando em nome da moda autoral, porque é dela que a indústria se renova, é a partir dela que o mercado se oxigena. É por causa dela que o Brasil tem sempre novos motivos de se orgulhar”, disse.
O tradicional Concurso dos Novos marcou o início dos desfiles, que foi seguido pelo projeto 100% CeArt, de Almir França, Casa Aika, Mancuda e David Lee, em uma programação que destacou diferentes linguagens criativas e expressões da moda autoral contemporânea.
Entre os destaques da noite, David Lee apresentou a coleção “Ofertório”, que reinterpretou símbolos, festejos e referências do sertão nordestino por meio de bordados, crochês, trabalhos em couro e elementos do cotidiano regional, conectando tradição e contemporaneidade.
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