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Substituindo Tasso Jereissati, Chiquinho Feitosa é empossado como senador pelo Ceará

Com a entrada de Chiquinho para o Senado, a criação do partido Aliança Brasil, uma fusão em andamento entre as siglas DEM - partido de Feitosa - e o PSL, ganha ainda mais força no Ceará

Foto: Agência Senado 

O senador Chiquinho Feitosa (DEM-CE) foi empossado como senador da República nesta quarta-feira, 3, no Senado Federal. O parlamentar assume o mandato após o ex-senador Tasso Jereissati (PSDB) se licenciar para auxiliar na candidatura do pré-candidato Eduardo Leite (PSDB), atual governador do Rio Grande do Sul. Chiquinho segue no mandato por pelo menos quatro meses. 

A cerimônia contou com a presença dos ministros Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF) e casado com a irmã do senador, pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins, e pelo também ministro do STJ, Mauro Campbell. Na cerimônia, o novo senador foi saudado por Cid Gomes (PDT), senador também pelo Ceará. 

Pela comitiva do Ceará, estavam presentes o governador Camilo Santana (PT), o prefeito de Fortaleza, José Sarto (PDT), o presidente da Assembleia Legislativa, Evandro Leitão (PDT), e o presidente da Câmara de Fortaleza, Antônio Henrique (PDT). A cerimônia também contou com a participação do ex-presidente do Senado, Mauro Benevides, e do ex-prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio.

Natural de Tauá, Chiquinho Feitosa foi deputado federal entre 1999 e 2003 e é figura de grande influência na política do Ceará. Feitosa é atual presidente estadual do Democratas no Estado, sendo uma das opções para assumir a presidência do Aliança Brasil no Ceará. O deputado Capitão Wagner (Pros), outro nome que pode concorrer à disputa, também estava presente na cerimônia. 

Com a entrada de Chiquinho para o Senado, a criação do partido Aliança Brasil, uma fusão em andamento entre as siglas DEM - partido de Feitosa - e o PSL, ganha ainda mais força no Ceará. Entretanto, a sigla, que objetiva também abrigar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para as eleições de 2022, ainda não conseguiu se viabilizar como partido.

Para conseguir sair do papel como projeto e adentrar no cenário político como partido reconhecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é necessário assinaturas por parte de eleitores. A legislação indica que, para o registro de novos partidos, é necessário uma coleta de 491.967 assinaturas em pelo menos nove estados da Federação.

 

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