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Cláudio Silveira: dragão que descobre talentos

Empresário concedeu uma entrevista exclusiva à coluna

11 de abr. de 2016 - 15:11

O entrevistado da semana da Coluna Frisson dispensa comentários. No melhor estilo ame-o ou deixe-o, o empresário Cláudio Silveira é objetivo em suas respostas, não titubeia ao se expressar e externa o prazer de estar à frente do Dragão Fashion Brasil, evento que chega à 17ª edição em 2016 com desfiles renomados no Terminal Marítimo de Passageiros do Porto de Fortaleza. Confira, a seguir, uma entrevista com um dos embaixadores da nossa coluna no aniversário de 5 anos da Frisson!

Vamos começar esta entrevista direto ao assunto que primeiro vem à mente quando pensamos no seu nome: o Dragão Fashion Brasil. O evento acontece de 4 a 7 de maio. O que o público pode esperar da 17ª edição?

No momento, não posso falar muito. Estamos finalizando. Mas a gente tem muita novidade! Tanta gente nova, tanta mudança, tanta coisa nova.

Mas a gente quer saber mais, Cláudio! Conta algo exclusivo para a Frisson, vai!

(Risos) Tem a Colômbia, que está vindo com estilistas para dentro do evento. O tema este ano é Sangue Latino, posso dizer isso! Posso dizer também que vamos ter um desfile especial com estilistas da Colômbia e um desfile especial com estilistas do Ceará. Posso dizer que tem uma pegada muito moderna!

De fato, imperdível! Mas vamos falar agora da Frisson, que acabou de festejar cinco anos de sucesso! O que você acha do trabalho da nossa coluna?

Eu acredito que, hoje, a coluna Frisson, na verdade, quem dirige, a Gaída, tem uma pegada muito forte. Ela sabe chegar, e eu acho que a coluna tem o mesmo perfil. Eu não só admiro a qualidade do trabalho dela como admiro a qualidade do que a gente pode obter de informações com a coluna. Fora isso, eu acho que a coluna está cada vez mais antenada e cada vez mais moderna.

Na sua opinião, o que não pode faltar em uma coluna social?

Informação! Não só as fotos. É necessário que as pessoas saibam exatamente quem é aquele indivíduo e o que realmente representa, não só para a sociedade. Eu acho muito careta se você representa só o que é para a sociedade e não tem uma representação sua, o que você realmente faz. Eu penso assim.

Como definiria a Frisson?

Eu acho perfeita! É a que tem uma cobertura bem forte! Eu sinto a presença, sempre, em qualquer evento que eu vá, de dinamismo, de rapidez de estar nos lugares que eu já vi. Já estive em três eventos numa mesma noite, e, em cada evento, tinha lá a equipe da Frisson.

De que maneira considera que a Frisson influenciou nos eventos de Fortaleza?

Eu vou ser bem objetivo com você. Eu não tenho tempo de estar em todas as festas. Mas eu acredito que a qualidade das próprias festas tenha se superado. Estão melhorando! E o que eu vejo é que, cada vez mais, a Frisson está dentro delas com uma presença muito forte. Então, eu noto que existe uma mudança bem grande, uma mudança bem forte de apresentação.

E o que causa Frisson?

O Cláudio Silveira é uma pessoa. Eu sou “outra”. Tipo assim, são duas pessoas ao mesmo tempo. O que causa frisson para mim é o que me faz feliz, que é estar bem comigo mesmo, é estar feliz, é trabalhar. Eu amo trabalhar, eu amo empreender, eu amo ajudar, eu amo tentar mostrar os empreendedores do nosso Estado.

A gente nota isso mesmo quando você fala dos estilistas que ajuda a descobrir...

Quando eu digo “os meus meninos” ou “as minhas meninas”, eu digo que são os meus estilistas. O meu maior prazer é divulgar. Acho que é por isso que eu gosto tanto da Frisson, porque eu divulgo muito o trabalho de todo mundo, eu divulgo muito a nossa artesania. Eu gosto de trabalhar.

E a high society, como acha que enxerga a Frisson?

Difícil responder. Mas eu, que não sou do meio, enxergo dessa forma. Vejo o crescimento e a mudança de comportamento até nas próprias festas. E a forma como se aborda é super gentil, é diferenciado, é bem diferenciado. Eu acredito que eles enxergam da mesma forma! Eu acredito que eles vejam que a Frisson, realmente, tem causado, como ela mesma chama, muito frisson dentro dos espaços onde ela passa.

Ter uma diretora como a Gaída Dias também favorece, né?

A importância da Gaída é única! A coluna era do Grupo. Ela poderia ter alguém que fizesse o trabalho, como tem vários produtores e vários profissionais em qualquer situação. Mas é uma cabeça que pensa, uma cabeça que comanda. Eu brinco com você e digo sempre que a “nossa” chefe é muito danada! Eu tenho uma admiração enorme por ela!

O senhor é um fã da nossa coluna, hein?!

Ah, eu quero mais é que cause um verdadeiro frisson em todo mundo. E, para estar presente, tem que ter uma figura como a Gaída por trás, porque ela tem tanto a garra quanto a determinação e a simplicidade. Por isso que eu curto tanto a Gaída! E a Frisson, obviamente!

Para finalizar, o que deseja à Frisson pelos próximos anos?

Eu desejo à Frisson todo sucesso do mundo. Simples assim! E ela vai ter, eu tenho certeza!

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