Ana Pinheiro: embaixadora Frisson
Respeitada cerimonialista conversou com nossa coluna no aniversário de 5 anos
Uma das embaixadoras da Frisson no aniversário de 5 anos da coluna é a cerimonialista Ana Pinheiro.
Economista for formação, foi nos eventos que ela encontrou sua vocação!
A seguir, confira uma entrevista super descontraída com a profissional sobre sua carreira e sua admiração com o trabalho desenvolvido por esta coluna!
Quem te vê tão sintonizada com o mercado de eventos pensa que essa sensibilidade foi uma constante em sua vida. Esta impressão procede, Ana?
A minha formação é Ciências Econômicas. Sou economista. Trabalho na empresa do meu pai já há bastante tempo. Mas esse mundo de eventos sempre me conquistou. Venho de uma família muito festeira. Sempre tinha um profissional à frente, mas eu sempre, meio que abelhuda no meio, desde criança já dava palpite, no meio das organizações. O tempo foi passando, e eu fui vendo que, realmente, era isso que eu queria. Cursei Economia por conta do escritório do meu pai, mas por opção mesmo. E não via o mercado de eventos como uma carreira profissional para mim de fato. Achava que poderia ser algo momentâneo, de eu gostar. Depois, passei a levar para o lado do hobby em si. Com o tempo, mudou: estava encarando de forma séria e profissional. Vários amigos começaram a me incentivar, e eu acabei montando a minha empresa de eventos. E, hoje em dia, eu trabalho realmente com isso.
Fala um pouco de sua empresa, a AP Eventos!
Surgiu em 2009, foi quando realmente abri minha empresa. Anteriormente, eu fazia alguns eventos, mas a empresa mesmo abriu em 2009. Antes da empresa, eu devo ter feito uns 60 eventos.
Qual o lado, digamos, menos prazeroso do seu trabalho com eventos?
Eu costumo dizer que trabalhar com eventos é prazeroso porque, a cada evento, a gente conhece pessoas novas, a gente ri muito. Obviamente que tem o lado do estresse, mas, quando a gente faz algo por amor, a gente não sente o lado ruim, realmente é sempre prazeroso. O lado que me deixa talvez um pouco apreensiva é quando o cliente quer alguma coisa e tem algum fornecedor que bate de frente. “Vamos fazer de um tipo”, mesmo o cliente querendo de outro, entende? Daí, a gente já sabe que, no dia da montagem da festa, pode ter algum problema, mas eu sempre tenho em mente que devo interceder a favor do cliente. A gente trabalha com sonho! Quando falamos de evento social, estamos trabalhando com sonho, quer seja de uma noiva, uma debutante, uma aniversariante. Então, a gente está representando. É um pouco diferente de um evento corporativo.
Qual tipo de evento te dá mais prazer em fazer?
Evento social. Acho que pelo fato de eu vir de uma família muito festeira. Sempre estive muito envolvida, desde pequena, com evento social. O evento corporativo também é bom, mas, mesmo o evento social dando mais trabalho, eu acho que eu me realizo mais!
A responsabilidade é maior, portanto?
Bem maior. Porque, assim, não tem limites. Tem clientes que chegam e dizem “Ana, quero isso”, mas, quando começamos a conversar e as possibilidades vão surgindo, que a gente vai orientando e dando sugestões, começamos a ver os olhos das clientes brilhando ao lado de seus familiares. Isso é muito bom porque a gente vê o nosso trabalhando acontecendo e sendo reconhecido, pois a gente consegue, de uma certa forma, mudar o trabalho inicial, mas não mudar simplesmente porque a gente quer, mas a gente vai conversando e vendo as vontades que as clientes querem. A partir daí, conseguimos ousar um pouco mais nas sugestões.
Deve ser impagável a sensação de ver seus clientes satisfeitos com o resultado da festa...
Muito. Demais! É muito gratificante. E, quando a gente entrega um evento e vê a cliente dar aquele suspiro de relaxamento, a gente tem a sensação de dever cumprido. Não tem dinheiro que pague o sentimento nessa hora. Quando a cliente chega e parabeniza, eu sempre digo: o sucesso de um evento não é só meu, não é só do decorador, não é só de estrutura e iluminação. É de todos, pois todos trabalharam na mesma sintonia, no mesmo lado positivo, fazendo com que tudo se realizasse de uma forma positiva!
A senhora já fez algum evento fora do Estado?
Apenas um, que eu fui convidada. Foi lá em São Paulo. Mas meus eventos sempre são aqui.
Ana, houve algum evento, digamos, bizarro ou extravagante que tenha acontecido com você durante sua carreira e que seja relembrado com bom humor? Não precisa citar nomes, basta falar de forma genérica, ok?
Assim, comigo, não! Nunca ocorreu. Mas com outros colegas da área, sim! E é como você bem falou: fatos altamente bizarros (risos). Como não aconteceram comigo, eu tenho um pouco de receio em falar e prefiro não citar mais detalhes. Espero que entenda.
Claro que a gente entende. Sem problemas!
Mas eu posso falar uma coisa: que foram bizarros, ah, foram (risos)!
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Falando agora da nossa coluna. Você é uma das embaixadoras da Frisson no aniversário de cinco anos. Como é sua relação com a coluna?
Posso dizer que sempre seguia e acessava a coluna Frisson. E cheguei até a coluna através da apresentação de um amigo em comum com a Gaída (Dias, diretora da Frisson). E, assim, posso dizer que me senti até um pouco atrevida por ter chegado dando algumas sugestões. Pelo fato de, na época que surgiu a Frisson, eu ter feito um breve comparativo com as outras colunas. Quando a gente trabalha com evento, a gente não faz apenas um comparativo só do nosso trabalho, mas faz de uma maneira geral. Por exemplo, eu vou para um evento já com um olhar crítico, mas não porque eu queira. É algo natural! Se vejo alguma coisa não dando certo, já chego para alguém dando alguma sugestão. E assim foi com as colunas sociais virtuais. E a Frisson sempre me chamou atenção pela rapidez das publicações, assim como a quantidade de coberturas e, principalmente, a apresentação do site em si com relação aos outros. Sempre achei a Frisson mais dinâmica, mais clean. A gente acessa e não vê excesso de informação. Conseguimos acessar todas as janelas e todos os links com facilidade.
Para a senhora, o que não pode faltar em uma coluna social?
Olha, eu acho que a Frisson já tem tudo! Então, assim, uma coluna virtual ou impressa precisa ter as informações sociais. Têm que dar informações alegres ou tristes, tipo como algum falecimento. Eu mesma acesso a Frisson para saber quem são os aniversariantes do dia, por exemplo.
Como analisa a importância da Frisson para o mercado de eventos?
Eu acho de suma importância. A Frisson faz a cobertura não apenas de um evento social, como também de um evento corporativo. Tem aquela coisa de estar cobrindo o evento e já estar noticiando e soltando imagens do evento naquele momento. Isso se torna mais atrativo para o público!
De que maneira define as festas de Fortaleza antes e depois da coluna Frisson?
Eu diria não que as festas não fossem tão abrilhantadas como são, mas se tornaram mais vistas e comentadas justamente pelo acesso. Se alguma pessoa, por exemplo, está viajando e quer saber alguma referência de festa, basta acessar e pronto. Depois que a Frisson chegou com seus profissionais de primeira linha, a gente também nota muito mais profissionalismo!
Para a senhora, o que, de fato, causa frisson?
Tanta coisa, tanta coisa! Estamos aqui conversando e, de repente, alguém entra aqui e dá alguma informação importante, isso causa frisson. Eu vou a uma loja, vejo uma roupa, visto e me sinto bem: isso causa frisson! Recebo um convite de uma festa e já sinto que aquele evento vai causar frisson, pois o convite é o primeiro contato do convidado com o evento em si. Existem várias maneiras de se chegar a isso!
Como a senhora acha que a alta sociedade enxerga a nossa coluna?
Eu acho que recebe e entende de uma forma bastante positiva. Em círculos de amizades profissionais, sempre vejo a Frisson muito bem quista. Nunca vi ninguém falando alguma coisa contra a coluna. Os comentários que eu vejo são sempre positivos!
Qual a importância do selo Gaída Dias na Frisson?
Eu acho, e falo não desmerecendo nenhum outro profissional, que existe um antes e um pós Gaída Dias na Frisson. Fora a dedicação, a gente vê e percebe a diferença da coluna em si. A Gaída é uma pessoa altamente antenada e crítica. Isso é muito importante para a coluna. Ela sabe ouvir as dicas e sugestões.
De que forma caracteriza o trabalho da Frisson?
A coluna Frisson é um marco no estado no Ceará. Sei que já fez cobertura fora e se deu bem. Mas o público cearense, de maneira geral, tem que agradecer à Frisson, porque as coberturas que são feitas e existe a participação online com o que está acontecendo. Parabenizo a Frisson e sinto orgulho de ter meu trabalho divulgado na coluna. Fico muito feliz de fazer parte da Frisson nesses cinco anos.
Para finalizar, o que deseja à Frisson pelos próximos cinco anos?
Eu desejo não só mais cinco, mas dez, quinze anos de sucesso pela frente, que continue crescendo mais. E que permaneça sendo uma coluna séria e profissional, que não passa por cima do trabalho de ninguém. Para mim, a Frisson é a melhor coluna do estado do Ceará!













