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VACINAÇÃO

Cerca de 1,4 mil pessoas tiveram eventos adversos pós-vacina no Ceará,0,03% de vacinas aplicadas

Dos 1.401 eventos, 772 foram observados para o imunizante CoronaVac/Sinovac/Butantan, 623 para a Oxford/AstraZeneca/Fiocruz e seis para a Pfizer

17 de jun. de 2021 - 16:39
Cerca de 1,4 mil pessoas tiveram eventos adversos pós-vacina no Ceará,0,03% de vacinas aplicadas

Foto: Divulgação

No Ceará, cerca de 1,4 mil pessoas tiveram eventos adversos após a vacinação contra a Covid-19 entre o dia 24 de janeiro e 28 de maio. As informações são da Secretaria de Saúde (Sesa) e representam apenas 0,03% de todas as vacinas aplicadas no Estado, incluindo primeira e segunda doses. 

Dos 1.401 eventos, 772 foram observados para o imunizante CoronaVac/Sinovac/Butantan, 623 para a Oxford/AstraZeneca/Fiocruz e seis para a Pfizer.

Os sintomas surgem até 30 dias após a imunização e podem incluir febre, dores de cabeça, dores musculares, calafrios, diarreia, desconforto abdominal, edema, dor localizada, náusea, coceira e sonolência. 

A Secretaria de Saúde ainda pede para que todos os sintomas sejam notificados por meio do Plantão Coronavírus, via WhatsApp, pelo (85) 98439 0647.

"É importante que todos saibam que as reações adversas são comuns a medicamentos e inclusive a vacinas. O que a gente tem acompanhado são reações principalmente leves. às reações à AstraZeneca estão sendo um pouco mais comuns em relação a outras vacinas, mas são vacinas seguras e que não têm tido nenhum problema maior, nenhuma reação grave”, destaca Magda Almeida, secretária Executiva de Vigilância e Regulação da Sesa, em vídeo enviado para a imprensa. 

Segundo a Sesa, a principal recomendação é em relação à AstraZeneca, em que grávidas, puérperas e pessoas que apresentaram quadro pre´vio de Trombocitopenia Induzida por Heparina (HIT). 

Entretanto, segundo levantamento da Secretaria, o risco de trombose pela vacina contra Covid-19 é “raríssimo”, sendo de apenas 0,0004% (4 casos em cada 1 milhão vacinados). Já o risco de trombose para a Covid-19 é 16,5%, com 165.000 casos a cada 1 milhão de contaminados.

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