Após assalto, Instituto Povo do Mar pede doações para repor material roubado
São cerca de 500 crianças e adolescentes, de cinco a dezessete anos, que são beneficiados pelo projeto

Foto: Divulgação
Após ter sofrido assalto, que gerou prejuízo de cerca de R$ 30 mil, o Instituto Povo do Mar (Ipom) criou uma "vaquinha" on-line para conseguir doações a fim de repor o prejuízo. A instituição, localizada na Praia do Futuro, foi invadida no último fim de semana e teve computadores, tablets, impressoras, celulares, câmeras fotográficas, pranchas e equipamentos de surfe roubados.
“Por isso, não vamos desistir de continuar trabalhando. Mas nesse momento, necessitamos ainda mais da sua ajuda. Precisamos unir forças para conseguir comprar os equipamentos que nos foram levados. Só assim, vamos poder continuar com nossas atividades”, escreveu o Instituto, em sua conta de Instagram.
Organização sem fins lucrativos, o Ipom foi criado em 2010 por quatro surfistas que frequentavam a praia do Titanzinho, em Fortaleza. A partir da convivência, criaram a instituição de forma a desenvolver ações para crianças das comunidades do Serviluz e Praia do Futuro. São cerca de 500 crianças e adolescentes, de cinco a dezessete anos, que são beneficiados pelo projeto.
Com ações por meio do esporte, educação, arte e tecnologia, o instituto necessita de equipamentos para seguir com as ações que, durante a pandemia, vêm acontecendo de forma remota e por meio de distribuição de cestas básicas.
A ideia é que qualquer doação, por menor que seja, já faça uma diferença no resultado, da mesma forma que várias gotas juntas formam um oceano. Na tarde desta terça-feira, 23, o Ipom já havia conseguido arrecadar pouco mais de mil reais, com a doação de 14 apoiadores.
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