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KITESURF

Superkite Brasil acontece em ilha do Ceará e reúne competidores cearenses

Organizado seguindo diretrizes da Secretaria de Saúde do Estado (Sesa), o evento possui um protocolo próprio e acesso restrito, de forma a garantir o máximo de segurança aos competidores

19 de nov. de 2020 - 10:52
Superkite Brasil acontece em ilha do Ceará e reúne competidores cearenses

Foto: Fábio Arruda/Divulgação

Se o Ceará chamar atenção pelas pipas coloridas e pelas manobras profissionais vistas pelo oceano, já se sabe o que está acontecendo. O Superkite Brasil, principal competição internacional da modalidade no País, começou na última terça-feira, 17, e segue até a próxima sexta, 21, na ilha do Guajiru, no município de Itarema. Com pelo menos seis cearenses na competição, o evento tem chancela da Global Kitesports Association (GKA) e tem como ponto de encontro a escola Hura Beach CLUB. 

Entre os nomes de destaque da edição,que acontece na modalidade Freestyle, estão os cearenses Carlos Mário Bebê, tetracampeão mundial e que segue um dos favoritos deste ano, e Mika Sol, campeã de 2018 e 2019 e que, com apenas 16 anos, é umas das grandes apostas para conquistar o título. 

É a primeira vez que a competição não acontece na Praia do Cumbuco, conhecida como o paraíso dos velejadores, o que estimulou os competidores a novas oportunidades, mas também desafios com a nova praia. 

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O velejador cearense Davi Ribeiro, de 12 anos, é o mais jovem da competição e vem sendo destaque na edição. Inspirado no campeão Mário Bebê, o velejador mirim indica que vem tentando novas manobras no campeonato e que está satisfeito com seu resultado. “Tento dar o meu melhor e não importa o que vem na frente. O meu maior sonho é ser campeão mundial de kitesurf. Quando eu era pequeno, que eu começava, me chamavam de louco, diziam que meu pai era doido de estar colocando criança no esporte. Mas hoje em dia, a nova geração do kitesurf é a criança”, falou, em entrevista disponibilizada pela assessoria de imprensa do evento. 

Organizado seguindo diretrizes da Secretaria de Saúde do Estado (Sesa), o evento possui um protocolo próprio e acesso restrito, de forma a garantir o máximo de segurança aos competidores.

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