Mais de 10% dos fortalezenses têm anticorpo da Covid-19
Foto: Divulgação O resultado da segunda fase da pesquisa de soroprevalência foi divulgado pelas secretarias de Saúde do Estado e da Capital nesta quarta-feira (05). Segundo a pesqu

O resultado da segunda fase da pesquisa de soroprevalência foi divulgado pelas secretarias de Saúde do Estado e da Capital nesta quarta-feira (05). Segundo a pesquisa realizada entre os dias 13 e 20 de julho, 13,1% da população já têm anticorpo da Covid-19 em Fortaleza. Já o RT-PCR revelou que 1,1% é positivo. Ou seja, a circulação viral nas regionais do município foi muito baixa, com destaque para a Regional II. A pesquisa ocorreu através dos exames de teste rápido e do swab nasal para RT-PCR, que detectam, respectivamente, a imunidade e circulação viral.
O número de casos confirmados do novo coronavírus no Ceará chegou a 182 mil. A taxa de óbitos é de quase 8 mil – e quase a metade em Fortaleza. Dos 121 bairros que existem na Capital, 117 passaram pela avaliação da segunda etapa da pesquisa de soroprevalência. Foram realizados 3.300 testes rápidos e coleta de swab nasal para RT-PCR, além de entrevistas com os moradores na segunda fase. A pesquisa conta com a parceria da Federação das Indústrias do Estado do Ceará e do Instituto Opnus. O teste rápido detecta a presença de anticorpos para o novo coronavírus. O resultado fica pronto em 15 minutos, após uma simples picada na ponta do dedo para a coleta de uma gota de sangue.
Paralelamente, os pesquisadores aplicam um questionário com informações sobre sexo, idade, escolaridade, condições de saúde e possíveis sintomas que o morador tenha sentido recentemente. Já o RT-PCR é o teste de biologia molecular, que detecta a presença do vírus no paciente. Trata-se da coleta de amostras de secreção do fundo do nariz por meio da introdução de um swab (cotonete). As amostras para o RT-PCR não têm resultado imediato.
O uso da máscara, associado ao distanciamento social e à higienização regular das mãos, pode ser ainda mais eficaz para evitar a transmissão do coronavírus e mitigar a pandemia. Aglomeração de pessoas e a conversa muito próxima entre dois indivíduos, sem uso de máscaras, aumentam consideravelmente o risco de transmissão da Covid-19.
















