Selena Gomez se posiciona sobre imigração
Foto: Divulgação Nada de ficar em cima do muro com assuntos polêmicos. Selena Gomez, por exemplo, não se recusa a dar sua opinião sobre temas que nem todos os artistas se sentem co

Nada de ficar em cima do muro com assuntos polêmicos. Selena Gomez, por exemplo, não se recusa a dar sua opinião sobre temas que nem todos os artistas se sentem confortáveis em abordar publicamente.
A cantora criticou a política de Donald Trump sobre imigração. "Não me digo ser uma especialista e entendo que deve haver regras e regulamentos, mas precisamos fazer melhor do que estamos fazendo agora. Simplesmente precisamos. Espero que ainda possamos oferecer o sonho americano. Espero que ainda possamos oferecer às pessoas uma vida melhor. É muito importante lembrar que nosso país foi formado por quem veio de outros países", desabafou em entrevista à revista Vogue.
Vale lembrar que familiares de Gomez imigraram do México para os Estados Unidos em 1975, período que vem à tona no documentário da artista.
"Decidi trabalhar no 'Living Undocumented' porque queria ser uma voz para pessoas que não podem ou que têm medo de falar sobre isso. Foi tudo muito pessoal para mim. Meus avós são imigrantes e decidiram vir para os Estados Unidos. Com a decisão deles, finalmente recebi a vida que tenho, e ouvir todas essas histórias me fez sentir incrivelmente abençoada pela chance que tive. As histórias de cada família (retratada no documentário) me emocionaram. Todos nós lemos as manchetes sobre imigração, mas são pessoas com histórias, não manchetes. Era hora de ouvir suas histórias complexas e como a vida dessas pessoas está sendo afetada pelas políticas de imigração. Sem consciência, não podemos ver mudanças, e minha maior esperança em tudo isso é que possamos ver mudanças", afirmou.
O projeto documental foi analisado pela artista. "Uma coisa que eu vi é que a imigração vai além da política e dos debates políticos. É uma questão humana. A imigração é um tópico complexo e não será resolvido em um dia. Uma das maiores coisas que aprendi é que essas pessoas precisam e merecem ser ouvidas. Eles não são uma estatística, são pessoas com histórias reais, e eu garantiria que isso acontecesse", concluiu.














